Os irmãos Batista estudam um projeto de petróleo na Venezuela, que pode alcançar um potencial de um bilhão de barris, segundo fontes próximas à Bloomberg News. O objetivo é aproveitar a retomada do setor energético venezuelano, alinhada aos EUA.
A participação de um sócio da família na Petrolera Roraima é citada como caminho para a atuação no campo. Antes da destituição de Maduro, houve indicação de participação em ativos da ConocoPhillipps, segundo as mesmas fontes. Fluxus, empresa petrolífera ligada aos Batista, pode integrar o projeto.
A holding J&F afirmou não possuir ativos na Venezuela, mas monitora o andamento do cenário para possível investimento. Em declaração por e-mail, a empresa sinalizou que avaliaria oportunidades apenas com estabilidade institucional e jurídica.
Contexto regulatório e impactos setoriais
Joesley e Wesley Batista fortalecem ligações com diferentes setores da economia venezuelana, com foco também em áreas de mineração e infraestrutura elétrica. O movimento ocorre em meio a sanções e mudanças no governo desde a saída de Maduro.
Desde 2024, a PDVSA detém participação majoritária em petrolera que recebeu direitos de exploração por 25 anos, com participação de 51% da estatal e 49% da A&B Investments, ligada a Jorge Silva Cardona, parceiro dos Batista.
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