Syrian government forces tightened their grip on Monday across northern and eastern Syria, after Kurdish-led Syrian Democratic Forces abruptly withdrew the day before. The move consolidates President Ahmed al-Sharaa’s control over Raqqa and Deir al-Zor provinces, including key oil facilities.
The SDF, led by the YPG, agreed to pull back from Arab-majority areas it had governed for years, signaling a major shift in the battlefield map. The withdrawal followed days of fighting with government troops and costly stalemates in talks over fuller integration with Damascus.
In Raqqa, internal security and military police set up checkpoints as government forces moved in. In Deir al-Zor, state security and military units appeared at the al-Omar and Conoco fields, with a large convoy advancing toward al-Omar. No SDF presence was visible at those sites.
Acordo e próximos passos
Mazloum Abdi, comandante da SDF, confirmou a retirada de Raqqa e Deir al-Zor e assinou a proposta com o presidente Sharaa. Ele planeja se reunir com Sharaa em Damasco para apresentar detalhes do acordo.
A aliança com a Turquia, que já atua no norte da Síria desde 2016, foi citada como facilitadora para a busca de estabilidade regional. A Turquia tem interesse em conter a influência curda na região.
O que permanece sob controle
A SDF continua exercendo controle na província de Hasaka, que abriga cidades majoritárias curdas e instalações associadas a militantes do ISIS. Prédios e fronteiras permanecem sob observação enquanto o governo avança com a transição.
O acordo prevê que instalações prisionais, campos e locais de petróleo e gás passem ao controle do governo, com as forças da SDF integradas ao ministério da defesa e do interior, individualmente, e não como unidades inteiras.
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