World leaders que aceitaram o convite de Donald Trump para integrar seu novo Conselho de Paz foram recebidos em Washington, na quinta-feira, com cerimônia e elogios pessoais. O encontro ocorreu no contexto da proposta de um fórum de resolução de conflitos.
O grupo reúne chefes de Estado e representantes, inclusive o presidente de Paragua, Santiago Pena, além do presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, e o presidente da FIFA, Gianni Infantino. Alguns aliados dos EUA recusaram participar do fórum criado em setembro.
Trump abriu o evento em ritmo de elogios e apresentações, destacando traços pessoais de alguns presentes e citando a prioridade do Gaza no funcionamento da iniciativa. A intervenção centrou-se em mensagens de cooperação, sem detalhar a agenda regional.
Participantes e objetivo do espaço
Entre críticas existentes, o fórum é visto por críticos como uma interferência na atuação da ONU para reconstrução de Gaza. O objetivo declarado é permitir avanços em resolução de conflitos, com ênfase inicial no conflito israelense-palestino.
Trump mencionou ainda a ideia de remodelar o espaço institucional para superar a ONU, ao menos em percepção pública, segundo relatos da transmissão do evento. O tom pode indicar uma busca de legitimidade diplomática para o grupo.
O encontro contou com uma trilha sonora marcante e com a plateia posicionada de forma simétrica, com alguns participantes usando itens que remetiam ao apoio político ao presidente. A situação também trouxe relatos de destaque sobre a percepção internacional ao formato proposto.
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