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Alemanha busca cooperação econômica mais profunda e justa com a China, diz Merz

Merz busca aprofundar cooperação econômica com a China de forma justa durante visita a Pequim, defendendo comunicação aberta em meio ao desequilíbrio comercial

German and Chinese national flags flutter in front of a hotel where a press conference by German Foreign Minister Annalena Baerbock is held, in Beijing, China December 2, 2024.
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Merz bilateralmente com Li em Beijing para tratar de cooperação econômica. O chanceler alemão afirmou que a Alemanha quer aprofundar as trocas com a China, seu maior parceiro comercial, e buscar uma cooperação mais justa e transparente. A visita ocorre em meio ao reequilíbrio de relações diante do déficit comercial.

Merz destacou a importância de manter o intercâmbio econômico intenso com a China e apontou a necessidade de condições mais equitativas. Li Qiang enfatizou a defesa do multilateralismo, do livre comércio e de um sistema global mais justo, com dois países influentes na economia mundial.

A viagem de Merz, em sua primeira visita à China, acontece após rumores de ajustes de relacionamento com a China diante de desequilíbrios comerciais na Europa. A delegação alemã inclui cerca de 30 empresas, entre montadoras como Volkswagen e BMW, que enfrentam a competição chinesa.

Contexto econômico e regional

A China busca se posicionar como parceira estável em meio a vulnerabilidades nas cadeias de suprimento da Europa. Observadores destacam o papel da China no comércio global e a importância de manter fluxos de comércio, investimento e inovação entre as partes.

Mercados europeus apontam sinais de dominância chinesa em setores-chave da manufatura e redução de participação de empresas da UE na China. Analistas lembram que a indústria alemã depende de condições competitivas para manter exportações e empregos.

Perspectivas para 2026

Especialistas citam que o diálogo entre Alemanha e China pode influenciar as negociações entre a UE e Pequim neste ano. Beberam-se lições de encontros recentes com outros líderes europeus que buscam recalibrar vínculos com a China, sem renunciar ao comércio aberto.

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