O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu aos iranianos que derrubem o regime, em tom que sugere preparação para um desfecho rápido do conflito sem mudança de regime. A declaração vem após Trump sinalizar que o conflito estaria quase terminado.
Ambos os lados realizaram neste dia os ataques mais intensos desde o início da escalada, ampliando a pressão sobre territórios e áreas industriais. Mercados reagiram com alta volatilidade, mas o Brent permaneceu próximo de 92 dólares.
Autoridades iranianas endureceram o tom, com recomendações diretas ao ex-presidente dos EUA para evitar ações que ponham em risco a segurança regional. O Irã afirma ter controle sobre o ritmo do conflito e rejeita a ideia de cessar fogo imediato.
O governo de Israel reiterou que não busca apenas destruir programas militares, mas também alterar o cenário político regional. Netanyahu afirmou que os objetivos históricos incluem enfraquecer a influência da República Islâmica.
Em paralelo, o parlamento iraniano indicou mudança de tom e apoiou medidas para responder aos ataques, destacando que não há intenção de alto ao fogo sem garantias de retirada de ataques. O regime reforça que continuará agindo contra o que classifica de agressão.
O chanceler israelense afirmou que o objetivo é verificação do desarmamento militar iraniano e neutralização de mísseis de curto e médio alcance, além de reduzir a influência regional de Teerã. O governo alemão reforçou alinhamento com essa linha de atuação.
Segundo analistas, o cenário aponta para uma crise prolongada, com implicações econômicas globais e riscos de desdobramentos políticos internos em ambos os países. A comunidade internacional acompanha passos para evitar uma escalada ainda maior.
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