O embaixador de Israel na ONU em Genebra pediu fim à diplomacia europeia sobre o Irã e defendeu uma linha mais firme, alinhada aos EUA, para pressionar mudança no regime de Teerã. A declaração foi dada à Euronews na margem de uma cúpula da UE realizada em 19 de março.
Meron afirmou que as pressões diplomáticas dos europeus não são adequadas neste momento, defendendo que haja uma resposta mais incisiva. Ele disse sentir apoio dos Estados Unidos e afirmou que Jerusalém e Washington atuam juntas na guerra em curso.
A frente militar começou em 28 de fevereiro e já incidiu sobre o Irã, com relatos de alvos de alto escalão e uma escalada que se estende pela região. Em paralelo, Israel lançou ofensivas no Líbano contra o Hezbollah, provocando deslocamentos e mortes.
Contexto regional e desdobramentos
O conflito ampliou-se para países vizinhos, com ações iranianas contra alvos no Golfo e ataques a bases ocidentais. Relatos indicam dezenas de mortos entre combatentes e civis, bem como danos materiais significativos. Apenar de interceptações, drones e mísseis foram reportados.
Trump tem enfatizado a percepção de inação europeia e classificado o alinhamento com a OTAN como essencial para defesa de vias estratégicas, incluindo o estreito que drena grande parte do petróleo mundial. As autoridades iranianas têm reagido a essas ações com táticas de retaliação.
Segundo Meron, a atual conjuntura requer que a comunidade internacional avalie cuidadosamente os riscos de manter a diplomacia como principal ferramenta. A posição israelense enfatiza que o regime iraniano precisa ser enfraquecido para permitir maior liberdade ao povo local.
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