Dois grupos do Facebook teriam atuado no comércio ilegal de animais protegidos na Indonésia, segundo um relatório conjunto de Mongabay e a organização de jornalismo independente Bellingcat. O estudo aponta a presença de anúncios e negociações envolvendo espécies sob proteção ambiental em plataformas da rede social.
As apurações identificaram que um dos grupos, com nome em indonésio que se traduz aproximadamente como “West Bogor Animal”, servia de ponte para a venda de fauna não autorizada. A divulgação detalha métodos e esquemas usados pelos usuários para burlar controles.
Facebook respondeu ao levantamento encerrando as comunidades envolvidas nas supostas transações. As informações foram obtidas a partir da investigação colaborativa entre Mongabay, veículo de divulgação ambiental, e Bellingcat, que investiga jornalismo independente.
Ações e desdobramentos
- O relatório descreve como plataformas digitais podem facilitar o tráfico de fauna protegida e reforça a necessidade de monitoramento contínuo.
- Não houve divulgação de números específicos de grupos ou de indivíduos envolvidos, apenas a identificação de mecanismos usados para a venda de animais protegidos na Indonésia.
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