Com vista sobre o Estreito de Hormuz, Israel afirmou ter eliminado Commodore Alireza Tangsiri, chefe da Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGCN), em uma operação noturna. A ofensiva também teria atingido outros comandantes navais seniores, descrita como precisa e letal.
Segundo o governo israelense, Tangsiri era responsável por operações militares na via marítima estratégica, alvo de bloqueio desde o início do conflito. A ação foi apresentada como mensagem clara a oficiais militares iranianos, indicando que Israel continuará a perseguição de seus alvos.
Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, Israel afirma ter eliminado diversos altos funcionários iranianos, entre eles líderes e chefes de segurança. Não houve confirmação oficial direta de Teerã sobre a morte de Tangsiri.
Repercussões e contexto estratégico
O Estreito de Hormuz é uma rota crítica para o petróleo e o gás natural liquefeito, ligando o Golfo às principais economias. O Irã afirma ter fechado a passagem desde o início do conflito, o que gerou apelos de aliados dos EUA para manter a via aberta.
Trump criticou, em redes sociais, a atuação de aliados da NATO e pediu apoio à ofensiva. A resposta internacional tem sido limitada, com governos relutantes em se engajar diretamente no conflito.
Analistas destacam possível impacto no preço do petróleo, que já ultrapassou US$ 100 o barril e pode subir caso o confronto se intensifique ou se alongue no tempo. A volatilidade no mercado permanece elevada.
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