O governo sul-coreano aprovou uma resposta emergencial para enfrentar a crise energética provocada pela alta do petróleo, associada aos impactos da guerra no Oriente Médio e ao estreito de Ormuz. O anúncio ocorreu nesta quinta-feira (26) e visa reduzir impactos sobre a população.
O presidente Lee Jae-myeong explicou um novo sistema de resposta a emergências, pedindo a participação dos cidadãos em ações cotidianas simples, como o uso do transporte público e a economia de energia. A Casa Civil também solicitou cooperação de postos de gasolina com o teto de preços definido pelo governo.
Além disso, o governo indicou medidas para estabilizar o setor elétrico, mantendo os preços atuais da eletricidade, com a ressalva de que a única fornecedora de energia do país é uma agência estatal. A intenção é evitar impactos maiores no consumo doméstico.
Filipinas: suspensão do mercado atacadista de eletricidade
Nesta quinta-feira (26), o regulador filipino do setor de energia suspendeu o mercado atacadista de eletricidade até segunda ordem. A justificativa envolve riscos no abastecimento de combustível e volatilidade de preços, que afetam a estabilidade do sistema.
A medida busca evitar falhas no fornecimento enquanto se avaliam impactos de variações no custo da energia. O regulador ressaltou que a decisão é temporária e sujeita a revisões conforme o cenário se platforma.
Tailândia: redução de subsídio aos preços do petróleo
Na Tailândia, o governo anunciou a redução de subsídios aos preços do petróleo, o que provocou reação nas redes sociais. Vídeos mostram veículos abastecendo com maior pressa durante a noite de quarta-feira (25), antes de medidas entrarem em vigor.
As autoridades destacaram que as mudanças visam ajustar políticas de longo prazo diante da volatilidade de mercados internacionais. A imprensa local acompanha os desdobramentos e possíveis impactos no custo de vida e no transporte.
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