Cuba iniciou nesta sexta-feira a libertação de prisioneiros beneficiados por anistia do regime comunista. O governo não divulgou a identidade dos detentos, mas estima-se que mais de 2 mil pessoas sejam libertadas, em um indulto considerado o maior em dez anos.
A medida ocorre em meio a negociações com os Estados Unidos e foi descrita pelo governo cubano como um gesto humanitário e soberano. Ainda não há confirmação de que presos políticos estejam entre os libertados, o que alimenta pressão internacional.
O anúncio ocorre diante da crise energética na ilha, agravada pela redução das importações de petróleo venezuelano. O país tem registrado apagões frequentes, afetando serviços e consumo público.
Desdobramentos das negociações com os EUA
As libertações são vistas como parte do contexto de diálogo entre Havana e Washington, que envolve questões de direitos humanos e reformas políticas. Não houve detalhes sobre cronograma, critérios ou critérios de elegibilidade para os libertados.
Autoridades cubanas não divulgaram números adicionais nem informações sobre como o indulto será implementado, deixando pontos específicos em aberto enquanto o processo segue.
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