O_exercício de busca por um piloto americano desaparecido continua no Oriente Médio após o abate de um caça dos EUA pelo Irã na sexta-feira. A operação envolve militares dos Estados Unidos e o exército iraniano, que correm contra o tempo para localizar o tripulante do F-15E abatido. Até o início da manhã de sábado, ninguém havia sido encontrado.
Segundo relatos não confirmados por autoridades formais, o avião abatido era de dois lugares e operava na região quando foi alvo de defesa antiaérea iraniana. As buscas seguem em curso, com equipes americanas atuando para localizar o piloto e confirmar o estado de saúde dele.
Fontes próximas às operações indicam que dois helicópteros Blackhawk participating nas buscas teriam sido atingidos por fogo antiaéreo iraniano, mas conseguiram sair do espaço aéreo. A rede de comunicação entre as unidades envolvidas permanece ativa, conforme apuração de veículos de imprensa.
Em um contexto separado, o Irã informou uma recompensa para a entrega de pilotos inimigos vivos às autoridades, com indicação de valor próximo a 60 mil dólares. Não há confirmação oficial de captura de tripulante até o momento.
Diversos relatos indicam que ataques adicionais ocorreram na região, incluindo a derrubada de um A-10 no Kuwait, com a retirada dos pilotos após a ejeção, cujos ferimentos não foram divulgados com precisão. O governo americano não confirmou oficialmente esses detalhes.
O Comando Central dos EUA informou números de baixas do conflito, com registro de cerca de 13 militares mortos e mais de 300 feridos até o momento. Não houve confirmação de reféns entre as tropas americanas, segundo órgãos oficiais.
Pesquisas de opinião pública nos EUA indicam que parte da população quer a redução da participação no conflito, mesmo diante de objetivos considerados pelo governo em curso. O cenário político acompanha de perto as ações militares e seus desdobramentos.
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