Os Estados Unidos e o Irã discordaram nesta segunda-feira, 6 de abril de 2026, do plano de paz liderado pelo Paquistão. O acordo previa um cessar-fogo de 45 dias e a reabertura do estreito de Ormuz. A rejeição ocorreu em meio a tensões crescentes na região.
Analista de risco político, Marcelo Suano, afirma que o recuo de Donald Trump pode indicar uma redistribuição de responsabilidades pela escalada. Segundo ele, o ex-presidente pode abrir espaço para atribuições a outros atores.
Suano aponta que países europeus se afastam do conflito por motivos internos e estratégicos. Ele cita custos militares, medo de ataques e pressões sociais como razões para reduzir a exposição à crise.
Para o especialista, um objetivo central do Irã é enfraquecer o Ocidente e ampliar influência no Oriente Médio. A análise sustenta que a queda de regimes alinhados ao Ocidente era parte do cenário pretendido.
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