O governo dos Estados Unidos confirmou a operação de resgate de um piloto de caça que caiu no Irã durante um voo de caça F-15. O resgate envolveu cerca de 100 militares das forças especiais, helicópteros, caças, drones e aviões de vigilância, ocorrendo neste domingo.
Segundo as informações divulgadas, o segundo piloto já havia sido resgatado um dia antes. Enquanto a operação era preparada, houve notícia de resgate já feito, que acabou não sendo real na primeira divulgação da inteligência.
Para especialistas, a operação foi classificada como cinematográfica e extremamente ousada, com atuação em território iraniano, em área montanhosa, a cerca de 300 quilômetros de áreas controladas. O uso de múltiplos recursos militares é destacado como fator-chave do deslocamento e da execução.
O analista Ricardo Cabral descreveu detalhes da ação, citando a atuação de aeronaves de grande porte, como Hércules C-130, além de helicópteros Black Hawk e outro helicóptero de comandos. Também mencionou a possível participação de equipes de Rangers e de agências de inteligência dos EUA.
Ainda segundo Cabral, houve planejamento para isolar áreas e desviar parte das forças iranianas, com uso de simulações de resgate em um ponto distinto. O objetivo foi impedir a mobilização de milícias locais durante a operação.
As informações sobre a operação são acompanhadas pela Record News, com material técnico, entrevistas e análises sobre o tema. Não houve confirmação de detalhes adicionais de fontes não oficiais.
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