Em 6 de abril de 2026, o Irã realizou ataques contra Israel, Kuwait e Emirados Árabes Unidos. As ações ocorreram após o anúncio de um prazo imposto pelos EUA para desbloquear o Estreito de Ormuz. Washington havia estipulado o limite para a noite de 7 de abril, horário de Brasília.
O alvo principal foi o Estreito de Ormuz, bloqueado há mais de um mês pela intensificação dos confrontos. O estreito é crucial para o trânsito de cerca de 20% do petróleo e gás consumidos no mundo. A região segue sob tensão amplia.
No Kuwait, seis pessoas ficaram feridas após ataques com mísseis e drones. Nos Emirados Árabes Unidos, uma vítima também foi reportada pela queda de destroços. Na capital de Israel, bairros residenciais sofreram com disparos de origem iraniana.
Contexto estratégico: o Irã informou que as ações visam responder às pressões internacionais e avisou sobre represálias caso instalações civis do país continuassem a sofrer ataques. A Guarda Revolucionária afirmou preparar ações que manterão o Estreito de Ormuz fora da normalidade.
Reação internacional: o governo americano manteve a posição de buscar um cessar-fogo e reabrir o canal de negociação, apesar das ameaças iranianas. Mediadores do Oriente Médio discutiram termos para um possível acordo de trégua de 45 dias, conforme relatos de várias fontes.
Desdobramentos possíveis: analistas destacam que o clima de hostilidade tende a permanecer enquanto as negociações estiverem estagnadas. O Irã ressaltou que qualquer nova ofensiva contra alvos civis pode desencadear fases adicionais de combate.
Contexto adicional: autoridades iranianas associadas ao parlamento mencionaram a escalada regional caso ações externas persistam. Observadores apontam que, sem avanços diplomáticos, o controle do Estreito de Ormuz pode continuar sob pressão.
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