O ex-presidente dos Estados Unidos afirmou, em entrevista aos jornalistas, que o Irã poderia ser destruído em menos de 24 horas se não aceitar um cessar-fogo. O anúncio ocorreu com um prazo de até terça-feira, 7 de abril, às 21h (horário de Brasília) para Teerã firmar um acordo que interrompa o conflito.
Segundo ele, o país está mantendo um avanço sem precedentes, e reiterou que, caso não haja um acordo considerado aceitável pelos EUA, o Irã seria fortemente atingido em infraestrutura estratégica, como usinas de energia e pontes. A reconstrução total, segundo o líder, poderia levar mais de duas décadas.
O mandatário destacou que uma das prioridades de um acordo seria a reabertura do Estreito de Ormuz, com a gestão da passagem marítima sob controle dos Estados Unidos e cobrança de pedágio aos navios que transitem pela região.
Na visão dele, os EUA teriam vencido o confronto militar e deveriam conduzir a administração do estreito para impedir que o Irã utilize a passagem de forma independente. A declaração reforça a posição de endurecimento na negociação prevista para a semana.
Entre na conversa da comunidade