O Irã afirmou que a resposta aos próximos passos será decisiva e final, em referência a um ultimato apresentado por Donald Trump. A mensagem foi publicada no X por meio de uma conta associada ao porta-voz das Forças Armadas, Ibrahim Zulfiqari, na madrugada de 6 de abril de 2026. O contexto envolve a exigência de Teerã aceitar um acordo até 7 de abril.
Trump, em defesa de sua pressão, declarou que o Irã pode ser destruído em um dia e sugeriu que isso ocorreria se o acordo não avançar. O presidente também voltou a enfatizar a reabertura do estreito de Ormuz como condição central para qualquer negociação.
As publicações associadas a Zulfiqari apresentaram tom agressivo, com promessas de derrota da entidade sionista e de respostas que não seguiriam regras nem limites. Diversas mensagens indicaram uma retaliação contundente contra adversários, incluindo ataques sem misericórdia.
A retórica elevou o tom de ameaça na região, com promessas de devastação para os adversários e de mudanças rápidas nos cenários de confronto. As declarações também chamaram atenção para possíveis ações contra Estados Unidos e aliados na região.
Contexto e desdobramentos
No mesmo período, o Irã já havia realizado ataques contra Israel, Kuwait e Emirados Árabes Unidos, após o prazo de Trump. O Kuwait registrou seis feridos por mísseis e drones; nos Emirados, uma pessoa ficou ferida com destroços de drones derrubados pela defesa aérea.
Israel confirmou um ataque anterior com míssil que atingiu Haifa, resultando na morte de duas pessoas e no desaparecimento de outras duas. As ocorrências ocorreram em meio à escalada de tensões na região.
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