O Irã convocou resistência popular e lançou ataques contra Israel e Arábia Saudita, após alertas de Donald Trump. Sirenes voltaram a soar em Israel, onde explosões foram registradas. No Irã, militares da Guarda Revolucionária lideraram ações, segundo autoridades locais. O objetivo declarado foi responder a tensões regionais em torno do cessar-fogo promovido por EUA e aliados.
Sinais de tensão aumentaram na região: morreram ataques com mísseis de fragmentação, considerados mais difíceis de interceptar e com alcance ampliado. Um complexo petroquímico da Arábia Saudita também foi alvo, ampliando o cenário de hostilidade entre os dois lados.
Contexto regional
Autoridades israelenses classificaram o momento como extremamente delicado, com a proximidade do fim do prazo de Trump para um cessar-fogo e a reabertura do Estreito de Ormuz. O país avalia dois cenários: acordo de paz ou intensificação de ações militares com novos alvos no Irã.
Desdobramentos e respostas
Teerã incentivou a resistência civil, com civis formandos barreiras em locais estratégicos. Israel e os Estados Unidos seguem com ataques aéreos, incluindo ações contra alvos na ilha de Kharg, relevante para o fluxo petrolífero iraniano. Um veículo de informação britânico citou que o líder supremo Mojtaba Khamenei estaria indisposto, e que decisões teriam passado a ser tomadas por militares da Guarda Revolucionária.
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