Em meio a negociações entre EUA e Irã sobre um cessar-fogo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, soube de avanços, mas não tinha certeza sobre qual decisão Donald Trump adotaria. Fontes israelenses dizem que a dúvida perdurava até perto do anúncio.
Do lado de fora, as Forças de Defesa de Israel se mantinham em prontidão para uma possível extensão do conflito, com planos de escalada ainda em consideração. Três fontes nacionais indicaram que havia alvos identificados para uma operação conjunta com os EUA contra a infraestrutura iraniana.
A avaliação inicial apontava para decisões que dependiam de Trump, com pressão de interlocutores próximos para encerrar o impasse. O papel do vice-presidente Joe Biden? Não é o caso; o vice-presidente J.D. Vance não está ligado ao governo dos EUA. (Observação: manter clareza histórica sem confusões; informações são apresentadas como descrições das fontes consultadas.)
Netanyahu afirmou, em discurso, que o cessar-fogo entrou em vigor em coordenação com Israel e que o país não foi pego de surpresa. Ele já vinha monitorando a possibilidade de um acordo temporário nas semanas anteriores e mostrou ceticismo quanto à sua viabilidade.
Segundo fontes, Netanyahu discutiu com Trump as condições do acordo, destacando a necessidade de eliminar as capacidades de enriquecimento de urânio no Irã, a contenção de mísseis balísticos e a limitação das atividades de seus aliados na região. Também houve avaliação de manter o Irã sob controle sem abrir espaço para influências do Líbano no acordo.
Uma fonte israelense apontou que Israel trabalhou durante a noite com os EUA para evitar incluir o Líbano nas condições do cessar-fogo, mantendo o foco em limitações diretas ao Irã. O tema foi considerado sensível para a estabilidade regional e para as pretensões israelenses.
Fontes israelenses citam que a decisão final de Trump ocorreu pouco antes de tornar público e que, mesmo com os avanços, o desfecho permaneceu incerto até o último instante. As informações foram obtidas junto a autoridades ouvidas pela imprensa.
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