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Governo celebra cessar-fogo EUA-Irã e defende extensão para o Líbano

Governo brasileiro celebra cessar-fogo entre EUA e Irã e defende extensão do acordo ao Líbano para reduzir tensões e evitar nova escalada

Da esquerda para a direita: embaixador Maurício Carvalho Lyrio, sherpa do Brasil no Brics; ministro Mauro Vieira; e embaixador Ricardo de Souza Monteiro — Foto: Itamaraty/Divulgação
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O governo brasileiro reagiu ao cessar-fogo anunciado entre EUA e Irã, destacando a intenção de reduzir tensões e evitar nova escalada. A nota oficial ressalta a abertura para uma nova rodada de negociações nas próximas duas semanas.

De acordo com o Itamaraty, o Brasil celebra a perspectiva de um acordo de paz abrangente e instiga as partes a evitar ações militares ou retóricas que aumentem a crise regional. O comunicado reforça a importância de manter um ambiente propício à negociação.

O texto brasileiro também defende que o cessar de hostilidades se estenda ao Líbano, país afetado pela crise humanitária decorrente dos ataques israelenses e do conflito com o Hezbollah, que tem ligações com o Irã.

Posicionamento do Brasil

O Ministério das Relações Exteriores enfatiza a necessidade de cooperação internacional para reduzir tensões no Oriente Médio e evitar novas escaladas, mantendo o foco na estabilidade regional.

O Itamaraty aponta ainda que o envolvimento do Líbano na trégua é essencial para uma resposta humanitária mais eficaz e para evitar novas ondas de violência que possam afetar civis.

Segundo autoridades brasileiras, o acordo preliminar entre EUA e Irã estabelece um intervalo de duas semanas para nova rodada de negociações, com participação de atores regionais relevantes. O objetivo é criar um quadro para diálogo mais amplo.

Contexto regional

A trégua ocorre em meio a confrontos entre Israel e o Irã, com o Hezbollah atuando no Líbano e contribuindo para a escalada. A comunicação aponta para a necessidade de mecanismos que garantam monitoramento e cumprimento dos compromissos.

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