O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, passou a buscar negociações diretas com o Líbano após um pedido do presidente dos EUA, Donald Trump. A informação veio a público por meio de autoridades próximas ao assunto, citadas pela CNN.
Na quarta-feira (8), Netanyahu e Trump conversaram, e o presidente americano pediu que Israel reduzisse ataques ao Líbano e abrisse canais de negociação sobre o desarmamento do Hezbollah. Não ficou claro se houve concordância com a redução das ações militares.
Uma autoridade israelense afirmou que não há cessar-fogo neste momento e que eventuais negociações ocorreriam sob fogo. O comunicado contradiz a visão de contenção adotada por Washington, segundo fontes próximas.
Contexto diplomático
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse que os israelenses se ofereceram para se conter no Líbano. As Forças Armadas de Israel, porém, continuaram atacando o Líbano na quinta-feira (9) e emitiram ordens de desocupação para partes do sul de Beirute.
Representação e próximos passos
O embaixador de Israel nos EUA, Yechiel Leiter, deverá representar Israel nas negociações com o Líbano, conforme indicam as fontes ouvidas pela CNN. O objetivo é tratar do desarmamento do Hezbollah e de medidas de segurança na região.
Entre na conversa da comunidade