O tráfego comercial pelo Estreito de Hormuz permanece praticamente paralisado nesta segunda-feira, após uma reabertura breve e confusa no fim de semana que resultou na primeira apreensão de uma embarcação iraniana pelos Estados Unidos. A medida ressalta a dificuldade de restabelecer a atividade no estreito vital para o abastecimento global.
Durante aproximadamente sete semanas de hostilidades no Golfo Pérsico, o Irã aumentou o controle sobre o tráfego marítimo como resposta a ataques liderados pelos EUA e por Israel. A morosidade na passagem aumentou o risco de interrupções para navios e contratos de petróleo.
Na sexta-feira, houve anúncio conjunto de reabertura entre o Irã e os EUA, o que fez o petróleo recuar e gerou expectativa de fluxo maior pelo corredor. No entanto, esse cenário logo se desfez, com novos atritos que frearam as operações.
Cenário atual no estreito
- O estreito ficou com trânsito reduzido a poucos navios, enquanto autoridades iranianas reforçam inspeções e rotas alternativas.
- Empresas de navegação relatam incerteza sobre prazos de passagem e condições de seguro para navios que cruzam a região.
- Analistas observam que qualquer retomar rápida do fluxo depende de acordos diplomáticos e de garantias de segurança para as operações.
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