O governo do México prometeu segurança reforçada para torcedores e visitantes da Copa do Mundo, após um tiroteio no sítio arqueológico Teotihuacán. O ataque ocorreu no complexo de pirâmides, deixou uma turista canadense morta e feriu outras pessoas. O atirador atirou 14 vezes do topo de uma das pirâmides e, em seguida, tirou a própria vida.
Segundo autoridades locais, o suspeito agiu sozinho e portava arma de fogo e faca. Entre as vítimas estavam turistas de Canadá, EUA, Colômbia, Rússia, Brasil e Holanda, sendo sete feridas por arma de fogo. O incidentе foi descrito como planejado, com o atirador já conhecido por visitas ao local.
O procurador-geral do Estado do México informou que itens recuperados indicam referências a atos de violência ocorridos nos EUA em 1999, além de materiais ligados a Columbine. A análise sugere que o tiroteio teve motivação psicológica e influências externas, segundo as autoridades.
Antes da reabertura, o gabinete de segurança anunciou que 13 pessoas ficaram feridas, incluindo uma criança de 13 anos. A ministra da Segurança afirmou que a resposta do Estado foi rápida e que a proteção em sítios arqueológicos será intensificada.
Medidas de segurança
O governo informou que será reforçada a presença de forças de segurança em pontos turísticos, com atuação integrada entre autoridades federais e estaduais. A prioridade é evitar incidentes durante a Copa do Mundo, que começa em 11 de junho com jogos na Cidade do México e segue para outras cidades.
A presidente Claudia Sheinbaum confirmou que Teotihuacán será reaberta com segurança reforçada e reiterou as garantias de segurança do México durante o maior evento de futebol do planeta. Ela reuniu-se com representantes da Fifa para alinhar a logística.
O complexo, que recebeu cerca de 1,8 milhão de visitantes no ano passado, permanece sob vigilância aprimorada. As autoridades destacam a cooperação entre órgãos para manter o acesso seguro a sítios históricos e atrações turísticas.
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