Na Namanga, fronteira entre Quénia e Tanzânia, a polícia e agentes de vida silvestre prenderam em janeiro dois homens com mais de 110 kg de marfim. A operação ocorreu durante uma ação dissimulada em um hotel, quando três homens foram interceptados.
Identificados como Imani Manasi Msumbwa e Justin Mwalima, ambos tanzanianos, e Alton Jilaoneka, queniano, os investigados teriam negociado a venda. Mwalima conseguiu fugir; os demais levaram os investigadores a um carro com 20 peças de marfim, totalizando 110 kg.
Desde então, não ficou claro qual o avanço das apurações, nem se o suspeito fugitivo foi localizado ou quem seria o eventual comprador ou a rede maior de tráfico. Autoridades kenianas não confirmaram medidas como fiança ou custódia.
Chris Morris, da ONG SEEJ, afirmou que os suspeitos devem comparecer ao Tribunal de Kajiado em 28 de abril. A SEEJ monitora decanos de casos de tráfico entre 2023 e 2025 para avaliar a efetividade das autoridades na persecução além das prisões iniciais.
A operação contou com apoio da Lusaka Agreement Task Force, criada em 1999 para cooperação entre órgãos de fiscalização de vida silvestre na África Oriental e Austral. O LATF ressaltou que o crime transnacional não terá passagem na região, destacando a cooperação entre agências como fator-chave.
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