Ao menos quatro palestinos morreram nesta quinta-feira na Faixa de Gaza devido a ataques aéreos de Israel, segundo autoridades de saúde locais. Em Khan Yunis, o bombardeio deixou vítimas e feridos, conforme o relato inicial.
Outras três pessoas, incluindo um socorrista, morreram em Maghazi, campo de refugiados no centro de Gaza, em ataques separados. Tel Aviv confirmou a ofensiva, dizendo visar membros do Hamas que transportavam munição e representavam ameaça.
No território ocupado da Cisjordânia, um adolescente de 15 anos morreu durante uma incursão militar em Nablus. O Exército afirma que um palestino atirou pedras contra soldados, que teriam respondido com disparos durante a abordagem de suspeitos.
O Ministério da Saúde palestino informou ainda que, no dia anterior, colonos israelenses teriam morto a tiros um homem de 25 anos em Deir Dibwan, perto de Ramallah. Organizações de direitos humanos veem crescente violência na região.
As disputas ocorrem em meio a um cessar-fogo mediado pelos EUA, vigente desde outubro do ano passado. Não há mecanismo de fiscalização acordado, o que alimenta acusações mútuas de violações por parte de israelenses e palestinos.
No Hospital Al Shifa, maior da Gaza, familiares tinham se reunido para velar cinco vítimas mortais ocorridas no dia anterior, incluindo três crianças, conforme relato de autoridades locais. O exército israelense não comentou esse ataque.
Violência na Cisjordânia
Em Nablus, serviços de saúde registraram a morte de um adolescente durante operação de forças israelenses. O Exército descreveu a ação como abordagem a suspeitos, com desfecho létal. O caso é parte do que autoridades denunciam como escalada de violência.
Ofensiva em Gaza
A ofensiva recente em Khan Yunis e Maghazi elevou o número de vítimas na região. As informações mais recentes indicam comunidades impactadas, feridos hospitalares e continuidade de confrontos entre as partes.
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