O Primeiro-Ministro espanhol, Pedro Sánchez, evitou confronto com os Estados Unidos após surgirem relatos de que o Pentágono avalia punições a aliados que não apoiem operações no Irã. A imprensa citou a possibilidade de suspender a Espanha da Otan.
Segundo a Reuters, o foco seria punir países relutantes em permitir uso de bases e espaço aéreo para ações contra o Irã, incluindo a Espanha, a França e o Reino Unido. O objetivo seria manter o apoio estratégico aliado.
Sánchez reiterou aos jornalistas que o governo opera com documentos oficiais e posicionamentos de defesa dos EUA, não com mensagens informais. A Espanha já havia recusado uso de território para atividades militares americanas.
A Otan, por sua vez, não prevê suspensão de membros nem expulsão, pois o tratado funciona por consenso. A organização não participa diretamente da guerra com o Irã, mantendo foco na defesa de seus territórios.
Reação britânica
O governo do Reino Unido afirmou que a soberania das Ilhas Malvinas é de propriedade britânica e que o princípio da autodeterminação é fundamental. A divulgação de eventuais mudanças gerou atenção internacional.
Em Berlim, o governo alemão assegurou que a permanência da Espanha na Otan não está em questionamento, destacando a importância da unidade entre aliados. A posição europeia busca clareza sobre as informações em circulação.
Contexto adicional
A imprensa internacional aponta que a Otan opera por consenso, sem mecanismo formal de punição a membros. O conflito envolvendo o Irã não altera formalmente o papel da aliança na defesa coletiva.
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