Dois civis morreram e outros morreram em ataques aéreos israelenses no sul do Líbano, mesmo após o宣 cessar-fogo soar. Em Majdal Zoun, moradores relataram o início de uma ofensiva que matou as primeiras duas pessoas, segundo a Defesa Civil Libanesa. Em seguida, três membros da Defesa Civil faleceram ao atender feridos no mesmo local.
Na sequência, dois soldados do Exército Libanês ficaram feridos no segundo ataque em Majdal Zoun. As informações foram confirmadas pela Defesa Civil e pelas forças armadas. O gabinete do presidente Joseph Aoun condenou os ataques, classificando-os como parte de agressões a trabalhadores de socorro e como violação do direito internacional.
A mídia estatal libanesa informou também mortes em Tebnine e Shaqra, no sul do Líbano, e o Ministério da Saúde confirmou óbito em Jwaya. Ainda segundo o ministério, um ataque aéreo em Jebchit deixou pelo menos duas pessoas mortas e 13 feridos. As autoridades destacaram a violação do direito internacional.
O ministro da Saúde, Rakan Nasser Al-Din, denunciou os ataques em Majdal Zoun, reiterando a violação de normas internacionais. A CNN procurou comentarios das Forças de Defesa de Israel sobre os incidentes. Ontem, o premiê israelense deixou claro que o cessar-fogo permite ações contra ameaças no território libanês.
Contexto regional
O conflito no Oriente Médio envolve EUA, Israel e Irã. Autoridades iranianas afirmam ter mirado apenas interesses em países da região, após retaliação a ataques contra o Irã. Ao longo do conflito, várias cidades na região registraram ataques aéreos e ataques com mísseis.
O Líbano tem sido palco de confrontos desde o início da escalada, com o Hezbollah atuando em retaliação a ações contra o Irã. Dados oficiais apontam dezenas de mortes entre civis e combatentes, com impacto humanitário significativo na região.
Reações oficiais
O governo libanês tem monitorado os desdobramentos e divulgado condenações formais aos ataques. Autoridades destacam que os eventos configuram violações do direito internacional e pedem respeito a normas de proteção a socorro. Duas semanas de tensão ampliaram o risco de novos ataques na região.
Entre na conversa da comunidade