O custo do conflito entre EUA e Irã atingiu US$ 25 bilhões em dois meses de guerra, informou um alto funcionário do Pentágono ao Congresso. A soma, equivalente a cerca de R$ 125 bilhões, envolve principalmente aquisição e uso de munições.
O presidente Joe Biden não aparece diretamente, mas autoridades destacam o peso financeiro da operação iniciada em 28 de fevereiro, em parceria com Israel. O foco inicial são forças iranianas e o regime de Teerã.
Custos do conflito e impactos
A campanha aérea, que envolve EUA e Israel, permanece centrada no programa nuclear do Irã. Enquanto isso, negociações para cessar-fogo ou acordo continuam paralisadas.
Na véspera, Teerã afirmou que Washington não pode ditar políticas a outros países. Na quarta, Trump endureceu o discurso e pediu que iranianos fiquem espertos, segundo publicação em Truth Social.
O preço do petróleo subiu e as bolsas caíram, refletindo a incerteza. Brent chegou a US$ 118,01 por barril e WTI ficou em US$ 105,49, com alta expressiva em relação ao dia anterior.
Impacto humano e econômico
O PNUD estimou que a alta nas tarifas de energia pode tirar 32 milhões de pessoas da pobreza em 160 países, mesmo se o conflito terminar em breve. A divulgação ocorreu à margem de cúpula do G7.
Em paralelo, houve sinal diplomático: Putin ligou para Trump para discutir a situação no Oriente Médio. O Kremlin comunicou apoio à extensão do cessar-fogo como etapa de negociação.
Cenário diplomático e perspectivas
Executivos do setor petrolífero discutiram com Trump a possibilidade de um bloqueio ao Irã por meses, reforçando a incerteza sobre o desfecho. A imprensa aponta continuidade de tensões e pressão por acordos.
A imprensa brasileira apurou que a onda de sanções e bloqueios pode se prolongar, com impactos globais nos preços de energia e na estabilidade regional, sem indicação de data para fim do conflito.
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