O Irã seria quem detém o poder para encerrar o conflito, segundo uma análise de especialistas. Em meio a um cessar-fogo vigente desde 8 de abril, a imprensa aponta que o país tem o Ormuz sob controle com apoio de aliados regionais e internacionais.
Um alto funcionário dos Emirados Árabes Unidos afirmou que não se pode confiar em um acordo unilateral com o Irã sobre o estreito de Ormuz. A avaliação conta com a leitura de Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, que cita o papel da China para sustentar a posição iraniana.
Trevisan sustenta que as sanções de mais de uma década moldaram a postura do Irã, que não demonstra pressa para encerrar a guerra. O professor afirma ainda que a China ajuda o Irã a manter funcionamento econômico e estratégico diante das pressões externas.
Segundo a análise, o Paquistão desempenha um papel de passagem logística para o Irã, com abertura de rota terrestre para suprimentos, apoiada pela China. Este cenário, conforme apontado, fortalece a influência iraniana na região e no controle de Ormuz.
Em síntese, a leitura apresentada indica que, com aliados próximos, o Irã consegue impor condições de negociação e manter vantagem estratégica, mesmo diante de sanções e tensões com os Estados Unidos. A análise foi divulgada pelo Conexão Record News.
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