O candidato de direita Rafael López Aliaga pediu uma perícia internacional dos processos eleitorais no Peru. O primeiro turno ocorreu em 12 e 13 de abril, e o segundo turno está marcado para 7 de junho.
Segundo López Aliaga, a auditoria atual não basta, defendendo uma perícia forense realizada por grandes empresas como KPMG, BDO, PricewaterhouseCoopers ou EY. Ele afirma que há crime e que a atuação atual é inadequada.
Ao longo da apuração, houve renúncias e prisões de membros do órgão eleitoral, recontagem de atas e determinação judicial para auditar os sistemas digitais usados na eleição, segundo informações de autoridades locais.
Perícia internacional
O Júri Nacional Eleitoral do Peru (JNE) negou, em abril, pedido de López Aliaga para realizar eleições complementares para votar quem ficou de fora por problemas no pleito.
Com 99,6% dos votos apurados, Keiko Fujimori aparece com 17,2%, Roberto Sánchez com 12% e López Aliaga com 11,9%. A diferença entre o segundo e o terceiro colocados é de aproximadamente 14 mil votos.
López Aliaga questionou a série de urnas identificada como 900 mil, afirmando que seria estatisticamente improvável ter 250 mil votos nessa série em uma única noite, o que ele chamou de inconsistência.
Ele também fez uma oferta de recompensa por provas de irregularidades no processo eleitoral, segundo apuração de veículos locais.
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