O secretário de Defense dos EUA, Pete Hegseth, não apresentou detalhes sobre eventuais planos para reduzir a operação contra o Irã durante uma audiência na Câmara. O tema ganhou relevância diante de críticas sobre a duração do conflito e a falta de autorização formal do Congresso.
Hegseth disse que o Pentágono trabalha com diferentes cenários operacionais. Questionado sobre um eventual plano B para reduzir as ações, ele afirmou haver opções para escalar, retroceder ou reposicionar ativos. Não houve esclarecimento sobre próximos passos.
O militar também tratou de estoques de munições. Negou relatos de escassez, afirmando que as informações foram exageradas. Disse que o Exército tem o que precisa para sustentar a operação, segundo ele.
Subsídio político no Congresso
- O tema gerou preocupação entre alguns parlamentares republicanos e democratas sobre a continuidade da guerra e seus custos. A discussão ocorre enquanto a administração enfrenta escrutínio sobre a autorização formal para a ação militar.
Repercussão sobre informações sigilosas
- O senador democrata Mark Kelly havia comentado sobre o uso de estoques desde o início do conflito. Em resposta, Hegseth acusou Kelly de divulgar informações confidenciais em veículo de comunicação, alegando divulgar um briefing classificado.
Entre na conversa da comunidade