O Senado dos EUA rejeitou pela sétima vez neste ano uma medida que restringiria os poderes do presidente Donald Trump em relação a qualquer ação militar no Irã. A proposta exigiria autorização do Congresso para futuras intervenções. O placar foi 49 votos a favor e 50 contra.
O senador democrata John Fetterman votou pela rejeição, juntando-se a alguns republicanos na oposição. Rand Paul, Susan Collins e Lisa Murkowski também votaram com os democratas contra a medida.
Alguns integrantes do Partido Republicano defenderam maior papel do Congresso na autorização de guerra. Murkowski, que já apoiou a proposta em outra ocasião, e Thom Tillis destacaram a necessidade de supervisão, mesmo com o conflito já em curso há mais de 60 dias.
Lei prevê autorização do Congresso
A legislação remete a um marco pós-Vietnã, com prazo de 60 dias para uso da força sem aprovação parlamentar. O fim desse período, em 1º de maio, foi citado por apoiadores e críticos como parâmetro da discussão atual.
Líder da maioria, John Thune, afirmou que a maioria não pressionou pela autorização de guerra. Tillis disse que continuam a redigir uma autorização, mas admitiu que, mesmo aprovada, poderia enfrentar veto.
Entre na conversa da comunidade