O tiroteio ocorreu no prédio do Senado das Filipinas, em Manila, nesta quarta-feira. Não houve vítimas confirmadas, e os detalhes permanecem obscuros. A ação envolve um senador procurado pelo TPI, suspeito de resistir à prisão.
Autoria e versões ainda contestadas. O presidente Ferdinand Marcos Jr. afirmou que a troca de tiros não foi realizada por integrantes do governo, mas por um grupo armado não identificado com seguranças do Senado.
O senador Ronald Dela Rosa, aliado de Rodrigo Duterte, estava refugiado no Senado desde segunda. O TPI havia emitido mandado de prisão contra ele por crimes contra a humanidade na campanha antidrogas entre 2016 e 2019.
Desenvolvimento
Dela Rosa foi visto em câmeras de segurança correndo pelos corredores na segunda-feira, gerando bloqueios no edifício. A polícia de choque cercou o complexo, mantendo a situação tensa, sem confirmação de culpados.
O secretário do Interior, Jonvic Remulla, entrou no Senado à noite e garantiu que Dela Rosa não receberá o mandado de prisão. Remulla informou que a varredura de segurança continua e que todos os senadores estão seguros.
O presidente do Senado, Alan Peter Cayetano, pediu calma e afirmou que autoridades do Senado investigam a origem dos disparos. Um vídeo da imprensa local mostrou estudantes e equipes de reportagem se retirando do local.
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