A China fechou o quarteirão onde fica o hotel Four Seasons, em Pequim, para a estadia de Donald Trump. O bloqueio impede que pessoas caminhem pela rua; quem tentar se aproximar precisa apresentar um pin fornecido pela embaixada dos EUA. Sem credencial, não há passagem.
O esquema de segurança para o presidente norte‑americano é mais rígido do que o registrado durante as visitas de Lula a Pequim. Em 2023 e 2025, no St. Regis Beijing, jornalistas acompanhavam a comitiva no saguão, com controle mínimo ou nulo de acesso, diferente do que ocorre com Trump.
Trump desembarcou em Pequim na noite de 13 de maio de 2026 e se hospedou no Four Seasons. Na manhã de 14 de maio, participou de uma recepção no Grande Salão do Povo com Xi Jinping, além de uma reunião bilateral entre os dois líderes.
O encontro bilateral ocorreu com presença de altas autoridades de ambos os governos. À noite, está programado um jantar entre Trump e Xi. No dia seguinte, haverá mais uma reunião entre os chefes de Estado antes do retorno de Trump a Washington.
O planejamento da visita também prevê uma agenda de duas noites no hotel, com atividades oficiais destacadas pela transmissão de assessorias. O objetivo formal é estreitar laços e discutir temas de interesse estratégico entre EUA e China. A imprensa acompanha, sob restrições, os desdobramentos da visita.
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