Com autoridades de saúde dos EUA anunciando medidas para reduzir o risco de Ebola, o objetivo é evitar a introdução da doença no território americano. A declaração ocorre em meio a preocupações internacionais com um surto recente na República Democrática do Congo. A divulgação foi feita na segunda-feira, 18, pelo CDC.
Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, haverá triagem e monitoramento de viajantes que tenham saído ou permanecido nos últimos 21 dias na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul. A medida não se aplica a cidadãos americanos, nacionais dos EUA ou residentes permanentes legais, por 30 dias.
O CDC destacou que o risco de entrada da doença causada pela variante Bundibugyo é elevado durante o período de incubação, que pode chegar a 21 dias, permitindo que infectados viajem sem sintomas. Autoridades ainda enfatizam que o risco imediato para os EUA permanece baixo.
Medidas anunciadas
As autoridades ampliarão o rastreamento de contatos, a capacidade de testes laboratoriais e a preparação hospitalar em todo o país, com foco em regiões de maior movimento internacional.
Além disso, reforços serão feitos na vigilância de viajantes e na comunicação com serviços de saúde locais, para detectar precocemente possíveis casos relacionado à viagem.
Contexto internacional
A OMS declarou emergência de saúde pública de interesse internacional devido ao surto na região leste do Congo, após confirmação de casos na Uganda. Profissionais de saúde trabalham na linha de frente para conter a disseminação e evitar novos surtos.
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