O governo dos EUA e o Irã estariam próximos de um memorando de entendimento para um acordo de paz que prevê o fim dos combates, a reabertura do Estreito de Ormuz e a suspensão do bloqueio americano ao Irã. As informações foram veiculadas por autoridades dos dois países e pela imprensa internacional, citando etapas de implementação.
Segundo relatos, o acordo seria elaborado em fases, com encerramento formal da guerra, reabertura do estreito e uma janela de 30 dias para negociar termos mais amplos. O texto ainda estaria sujeito a aprovação final pelo Líder Supremo do Irã, após passar pelo Conselho Nacional de Segurança.
O anúncio poderia ocorrer nos próximos dias, com detalhes a serem divulgados pelo presidente dos EUA, conforme declaração nas redes sociais. A imprensa afirmou que o plano não incluiria taxas para navios que transitam pelo estreito, e que o Irã poderia comercializar petróleo sob condições menos restritivas.
O bloco de medidas também envolveria compromissos do Irã de nunca buscar armas nucleares, conforme informações de veículos de imprensa. O acordo, caso firmado, reduziria tensões no cenário regional e poderia amenizar pressões sobre preços de energia e transporte marítimo.
Fontes ouvidas pela Reuters indicaram que o roteiro preconizado prevê três etapas: fim da guerra, solução para a crise no Estreito e abertura de negociação adicional por um período de 30 dias. A conclusão dependeria da atuação de mediadores entre as partes.
O Irã, por meio de seu porta-voz, afirmou que ainda existem questões a serem discutidas e que a prioridade é encerrar a ameaça de ataques e o conflito no Líbano. O governo de Israel também reagiu com ressalvas à possibilidade de acordo envolvendo o Irã.
Analistas destacam que, mesmo com um cessar-fogo, o fluxo total de petróleo pelo estreito não voltaria aos níveis pré-crise já no curto prazo. Ainda assim, a situação contribuiria para acalmar os mercados globais e reduzir incertezas na região.
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