O avanço do surto de Ebola na África levou países a fechar fronteiras e impor restrições a viajantes. Na região mais afetada, conflitos entre grupos armados dificultam a atuação de equipes de saúde.
O Ministério da Saúde de Uganda anunciou o fechamento da fronteira com a República Democrática do Congo. O país registra 233 mortes e mais de mil casos de Ebola, com a violência local dificultando ações sanitárias.
Conflitos armados ampliam deslocamentos e elevam o risco de transmissão, segundo a Organização Mundial da Saúde. O diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus publicou que o cessar-fogo imediato é essencial para retomar ações de saúde.
Medidas e respostas internacionais
O governo americano mudou a orientação para casos de Ebola. O secretário de Estado Marco Rubio afirmou que não haverá entrada de pessoas infectadas nos Estados Unidos.
Ontem, o Canadá proibiu a entrada de residentes da República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul. Também exigiu quarentena de 21 dias para quem esteve nas áreas afetadas.
As Bahamas adotaram medidas semelhantes, já em vigor. A OMS segue monitorando a situação e trabalha com autoridades locais para ampliar a vigilância e o atendimento aos pacientes.
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