Garamendi, representante democrata da Califórnia, afirmou que não apoiará um orçamento de defesa de 1,5 trilhão de dólares ou novos recursos acima do que já está previsto sem justificativa clara. A posição é defendida dentro do contexto do Comitê de Serviços Armados da Câmara.
Ele sustentou que o conflito com o Irã evidenciou a considerável influência de Teerã sobre o estreito de Hormuz e que qualquer acordo deve, no mínimo, restabelecer o livre transporte de petróleo e reativar as negociações nucleares. A leitura é de que a pressão regional exige acordos com objetivos verificáveis.
O congressista também defende que o Congresso reforce seus poderes de declaração de guerra, citando o atual presidente sob a avaliação de estar fora dos limites constitucionais. Paralelamente, comentou sobre a decisão da FCC de antecipar a expiração de licenças de emissoras da ABC.
Defesa, poder de guerra e agenda legislativa
Garamendi participou da entrevista no programa Balance of Power da Bloomberg, com Kailey Leinz e Joe Mathieu, para discutir o tema de orçamento de defesa, política externa e regulação de mídia. O foco foi manter o escrutínio parlamentar sobre gastos e ações internacionais.
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