Estados Unidos, México e Canadá anunciaram medidas de saúde pública voltadas a viagens de pessoas vindo de regiões africanas com maior risco de Ebola. As ações visam proteger cidadãos e visitantes durante a Copa do Mundo. Os governos não detalharam todas as medidas, mas ressaltaram a prioridade à saúde regional.
A decisão ocorre após a OMS declarar, no domingo anterior, a epidemia na República Democrática do Congo como emergência de saúde pública de relevância internacional. O anúncio levou a intensificar controles de fronteira e políticas de isolamento para voos e viajantes vindos da região.
Medidas adotadas pelos países
- Os EUA ampliaram restrições para não cidadãos que viajaram para a RDC, Uganda ou Sudão do Sul. À medida adicional, portadores de green card foram incluídos na proibição de entrada por 21 dias.
- O Canadá proibiu entrada de residentes da RDC, Uganda e Sudão do Sul por 90 dias, início na quarta-feira. Quem esteve nessas áreas nos últimos dias precisa cumprir quarentena de 21 dias se não apresentar sintomas.
- O México informou que aumentou triagens nos aeroportos e pediu que quem tenha viajado para a RDC evite deslocamentos. A população foi orientada a observar uma quarentena de 21 dias ao retornar de áreas afetadas.
Quando e onde
- As medidas foram anunciadas na semana que antecede a Copa do Mundo, em território norte-americano, com atuação coordenada entre Washington, Ottawa e Mexico City.
- As ações entram em prática para reduzir riscos de transmissão durante eventos internacionais de grande público e turismo.
Quem está envolvido
- Governos dos EUA, Canadá e México, em parceria com autoridades de saúde pública de cada país.
- A OMS permanece como referência técnica, com orientação sobre contenção e monitoramento de viajantes.
Por quê
- O objetivo é prevenir a disseminação do Ebola em meio a viagens internacionais e grandes eventos públicos, mantendo a segurança de cidadãos e visitantes sem interromper a mobilidade de forma desproporcional.
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