O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um encontro com o presidente Donald Trump na Casa Branca, em Washington, no início de maio. Não houve discussão sobre a possível classificação do PCC e do CV como organizações terroristas, nem sobre Pix. A reunião durou cerca de 3 horas e ocorreu em território americano.
O Palácio do Planalto buscou evitar que facções criminosas brasileiras sejam designadas pelos EUA, para não abrir espaço a interferências externas nas eleições. Em coletiva, Lula afirmou que o tema não foi tratado e mencionou a ideia de formar um grupo de trabalho regional para combater o crime organizado.
Designação de organizações criminosas pelos EUA
Em nota do Departamento de Estado, o governo americano informou a intenção de classificar o PCC e o CV como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs) e como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO). A declaração destaca a violência histórica das organizações.
Segundo o comunicado, as duas organizações são apontadas como responsáveis por ataques contra policiais, funcionários públicos e civis, com redes que atuam além das fronteiras do Brasil, aflorando na região.
Compromisso americano no combate ao crime organizado
A autoridade estatal ressaltou o objetivo de desmantelar cartéis e grupos criminosos na região e garantir a segurança dos cidadãos. O governo americano afirma seguir usando ferramentas para proteger a nação e interromper o financiamento de atividades violentas.
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