O governo dos EUA afirmou ter apreendido aproximadamente US$ 1 bilhão em criptomoedas pertencentes a entidades associadas ao exército iraniano. A declaração foi feita pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, durante o Fórum Econômico Nacional Reagan 2026, na Califórnia.
Segundo Bessent, as ações ocorreram desde o início do conflito em fevereiro, com agentes que controlam ativos digitais ainda surpreendidos pela retirada. Ele indicou que algumas carteiras já foram bloqueadas sem que os seus donos percebessem o ocorrido.
A operação integra a política dos EUA de pressionar o Irã pela repressão ao financiamento do regime, em meio a tensões no Estreito de Ormuz, corredor estratégico onde passa uma parcela relevante do petróleo global.
Contexto internacional e possibilidades de acordo
Entidades do governo norte-americano teriam sinalizado avanços em negociações com o Irã para reduzir tensões, com expectativas de um possível cessar-fogo mais estável. Relatos apontam que negociadores discutem medidas que poderiam desbloquear parte da pressão econômica.
Relatos de agências iranianas mencionaram iniciativas no setor de seguros marítimos e transações em criptomoedas para tráfego no estreito, enquanto autoridades ocidentais avaliam a veracidade dessas informações e seu impacto na economia regional.
Golpistas têm explorado o uso de criptomoedas para fraudes envolvendo chamadas de pagamento em Bitcoin e USDT, conforme veículos de imprensa internacionais. O tema reforça a importância de mecanismos de verificação em operações transnacionais.
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