A agência aeroespacial dos Estados Unidos, NASA, transmitiu o eclipse solar total, principal fenômeno astronômico de 2026. A live foi a única forma de visualizá-lo no Brasil, já que ele não pôde ser observado diretamente do território brasileiro.
Na Islândia, a fase parcial começou às 13h47 e se estendeu até 15h47, enquanto a totalidade foi registrada por volta das 14h48, com duração de 1 minuto e 7 segundos.
Já em Arija, no norte da Espanha, o fenômeno parcial ocorreu entre 14h32 e 16h20, e o momento de totalidade aconteceu às 15h28, prolongando-se por 1 minuto e 44 segundos.
No Observatório Astrofísico de Javalambre, em Arcos de las Salinas, também na Espanha, a fase parcial teve início às 14h37 e seguiu até 16h05, com a totalidade às 15h31, tendo 1 minuto e 20 segundos de duração. Os horários citados seguem o fuso horário de Brasília.
O eclipse ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol e bloqueia completamente a luz solar para observadores que estiverem dentro da faixa de totalidade. Nesses locais, o céu pode escurecer por alguns instantes, permitindo observar a coroa solar, a camada mais externa da atmosfera do Sol.
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A totalidade do fenômeno pôde ser observada na Groenlândia, na Islândia, no norte da Espanha, em uma pequena área de Portugal e no norte da Rússia, além de uma região do Oceano Atlântico.
O eclipse também foi observado de forma parcial em áreas mais amplas, incluindo partes da Europa, do noroeste da África, do Canadá e do norte dos Estados Unidos.
Em algumas regiões da Espanha e de Portugal, o fenômeno aconteceu próximo ao pôr do sol. Com isso, foi possível observar o chamado eclipse ao entardecer, quando o Sol ficou parcialmente encoberto pela Lua enquanto se aproximava do horizonte.

Eclipse solar total visto em Mallorca, na Espanha (Crédito: Jaime Reina/AFP)
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