- Ministros de Relações Exteriores da França, Alemanha e Polônia vão se reunir para discutir uma resposta caso os EUA invadam ou tomem Greenland.
- O ministro francês Jean‑Noël Barrot afirmou que a proposta será discutida em reunião na quarta-feira e que a ação deve ocorrer em parceria com parceiros europeus.
- Dinamarca afirmou que uma invasão de Greenland pelo EUA significaria o fim da aliança ocidental e da segurança desde a segunda guerra.
- Na terça, assessores de Trump sugeriram que os EUA podem usar a força para tomar Greenland; o governo americano disse que considera várias opções, inclusive uso militar.
- Barrot afirmou que, em ligação, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que não houve invasão; o tema segue em pauta entre os governos europeus.
A França trabalha com aliados para reagir a possível invasão americana de Groenlândia, território ligado ao reino da Dinamarca, diante de tensões nessa região ártica. O tema deverá entrar na pauta de uma reunião entre os ministros das Relações Exteriores francês, alemão e polonês, prevista para esta semana.
Segundo informações oficiais, a reunião tem foco em ações coordenadas com parceiros europeus, caso o governo dos EUA decida recorrer à força para tomar a Groenlândia. A abordagem passa por manter a defesa do território dentro do âmbito da OTAN e evitar escaladas.
A Dinamarca reforçou que a Groenlândia integra o reino e que qualquer invasão colocaria em risco a aliança ocidental. Parlamentares dinamarqueses realizaram uma sessão extraordinária para discutir a situação.
Nações europeias reagiram com firmeza, destacando que a Groenlândia pertence ao seu povo. A Casa Branca informou que analisa várias opções para obter o território, inclusive o uso de meios militares, o que ampliou o debate internacional.
O ministro de Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Løkke Rasmussen, e Vivian Motzfeldt, ministra de Relações do governo groenlandês, buscaram uma reunião com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, para esclarecer a posição de Copenhague. O diplomacy busca evitar mal-entendidos.
Rasmussen afirmou que as informações sobre interesse dos EUA em ações militares não correspondem à realidade na Groenlândia e pediu diálogo mais claro, enfatizando que o reino está cuidando dos seus interesses.
O governo dinamarquês indicou que investiu quase 100 bilhões de coroas dinamarquesas em capacidades de defesa para a Groenlândia, destacando o compromisso com a segurança da região. O tema segue em monitoramento internacional.
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