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Árbitro somali barrado pelos EUA diz que há problema com seu país

Árbitro somali Omar Artan, barrado pelos EUA, descreve entrevista de imigração de onze horas e detenção; retorna à Turquia

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  • Árbitro da Somália, Omar Artan, foi barrado pelos EUA.
  • Em entrevista ao The New York Times, ele disse que a entrevista de imigração durou 11 horas.
  • Após o visto ser negado, foi levado a uma cela e ficou detido por mais algumas horas.
  • Artan afirmou estar desapontado, dizendo que tinha a documentação correta e o visto correto.
  • O árbitro retornou à Turquia, onde permanece, segundo relato divulgado.

O árbitro Omar Abdulkadir Artan, de 34 anos, foi barrado ao tentar entrar nos Estados Unidos. A entrevista de imigração durou 11 horas, após a qual seu visto foi negado e ele foi encaminhado a uma cela por algumas horas, antes de retornar à Turquia.

Artan afirmou, ao jornal The New York Times, estar muito desapontado com o desfecho. Ele disse que possuía a documentação necessária e o visto adequado para a viagem.

O incidente ocorreu durante o processo de entrada no território americano. Segundo a reportagem, a equipe de imigração manteve Artan sob retenção por várias horas antes de deportá-lo para a Turquia, onde permaneceu após a negativa do visto.

Na entrevista, o árbitro somali relatou o descontentamento com a situação e reiterou que acreditava ter cumprido todos os requisitos legais para a viagem. A reportagem do NYT detalha a duração do processo e o desfecho administrativo da imigração.

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