- Sunnica Energy Farm foi aprovada em julho de 2024 pelo secretário de Energia e envolve três sítios na fronteira entre Cambridgeshire e Suffolk, com capacidade estimada para atender até 172 mil casas.
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- Não houve obras visíveis 18 meses após a aprovação, gerando incerteza sobre o cronograma de construção.
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- A empresa precisa de uma mudança não material para viabilizar a conexão à subestação de Burwell; há consulta de emendas até 16 de janeiro com oposição local de Suffolk.
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- Os três locais são Sunnica East Site A (perto de West Row e Mildenhall, em Suffolk), Sunnica East Site B (sul de Worlington, próximo a Mildenhall) e Sunnica West Site A (perto de Newmarket, no norte de Cambridgeshire); a oposição e a Câmara de Suffolk pedem explicações sobre os atrasos.
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- O projeto pode gerar até 1.500 empregos durante a construção e 27 empregos permanentes, com o governo ressaltando que grandes projetos costumam exigir trabalhos pós-consentimento.
A Sunnica Energy Farm, aprovada em julho de 2024 pelo secretário de Energia, não tem obras visíveis 18 meses depois. O projeto envolve três sítios na fronteira entre Cambridgeshire e Suffolk e a conexão a uma subestaçāo em Burwell depende de mudanças não materiais.
O empreendimento pode ligar até 172 mil casas e gerar 1.500 empregos durante a construção, com 27 vagas permanentes após o funcionamento. As áreas previstas são Sunnica East Site A, perto de West Row e Mildenhall (Suffolk); Sunnica East Site B, ao sul de Worlington; e Sunnica West Site A, perto de Newmarket (Cambridgeshire).
Os promotores informaram que é necessária uma aplicação de mudança não material para viabilizar a conexão à subestação Burwell. Enquanto isso, há uma consulta pública sobre emendas que vai até 16 de janeiro, com oposição de autoridades locais em Suffolk.
A Comissão de Suffolk County Council se posicionou contra o projeto, destacando que o atraso precisa ser explicado pelos desenvolvedores. A administração local também participa da consulta, incentivando a participação pública.
Em resposta, o governo federal afirmou que projetos de grande escala costumam exigir etapas de pós-consentimento antes do início da construção. O despacho reiterou que dezenas de projetos de energia limpa já foram aprovados para abastecer milhões de domicílios, contribuindo com a segurança energética.
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