- California está completamente sem seca pela primeira vez em vinte e cinco anos, segundo o US Drought Monitor.
- Chuvas acima da média e tempestades de inverno encheram reservatórios, como Shasta e Oroville.
- O mapa mostra nenhuma área do estado com seca ou ressecamento anormal; feita a primeira vez desde 2000.
- A neve acumulada fica em cerca de setenta por cento da média para esta época, e a neve fornece cerca de um terço da água do estado; especialistas dizem que ainda é cedo para tirar conclusões.
- Mesmo com a melhora, autoridades ressaltam que é preciso avaliar a oferta de água para o ano; a acumulação de neve pode aumentar até 1º de abril para chegar mais perto da média.
O estado da Califórnia está livre de seca por completo pela primeira vez em 25 anos. A conclusão acompanha anos de chuvas irregulares e uma sequência recente de tempestades de inverno que elevaram os níveis de reservatórios.
O monitor de seca dos EUA indicou que nenhuma região do estado está em seca ou com ressecamento anormal. As precipitações acima da média encheram reservatórios como Shasta e Oroville, superando médias históricas.
Segundo meteorologistas, o marco é histórico, pois não havia área seca algum no mapeamento desde 2000. O estudo aponta que as recentes cheias ajudaram a reduzir severidade da seca, especialmente no sul.
Entretanto, a situação hídrica continua sujeita a variações. O registro de neve na Sierra Nevada permanece em cerca de 70% do valor médio para a época, e a água de neve representa cerca de um terço do abastecimento estadual.
Especialistas alertam que ainda não é possível confirmar o panorama para este ano. O que se observa é mais chuva que neve, e a expectativa é de que a acumulação de neve aumente até 1º de abril para se aproximar da média.
Mudanças climáticas e perspectiva hídrica
As séries de dados indicam que, nos últimos anos, episódios de inverno intenso contribuíram para aliviar a seca, mas sem eliminá-la por completo. A leitura atual reforça a necessidade de monitoramento contínuo dos recursos hídricos.
Fontes: The Guardian e Associated Press.
Entre na conversa da comunidade