- O uso de psicodélicos entre executivos do Vale do Silício tem ganhado espaço, associado à criatividade, foco e longevidade, com investimentos em startups do setor.
- Bryan Johnson conduziu o que chamou de “experimento psicodélico mais quantificado da história”, com cogumelos mágicos, muita medição de biomarcadores e participação de Grimes e Marc Benioff.
- Steve Jobs usou LSD entre 1972 e 1974, descrevendo a experiência como profunda; o uso ocorreu nesse período e não se manteve.
- Sam Altman afirmou que psicodélicos foram transformadores, com experiências em retiros guiados e em eventos como o Burning Man; ele também investe em terapias psicodélicas.
- Bill Gates citou uso na faculdade como “cósmico”; Sergey Brin, segundo o Wall Street Journal, já consumiu psilocibina e investe em iniciativas do setor, como a Catalyst4.
A popularidade do tema entre executivos e investidores do Vale do Silício aumentou nos últimos anos, com relatos de uso de psicodélicos como LSD, psilocibina, ayahuasca e MDMA. A discussão envolve busca por criatividade, foco, clareza mental e até longevidade, apesar de não ser comum entre a maioria das lideranças.
Relatos de uso individual e dados sobre investimentos nesse setor ajudam a moldar o interesse financeiro e científico. Startups ligadas a terapias psicodélicas têm atraído aportes de aceleradoras como a Y Combinator e de figuras influentes do ecossistema de tecnologia.
Bryan Johnson ganhou destaque ao compartilhar, em transmissão ao vivo, a experiência com cogumelos alucinógenos, acompanhada de dados biomédicos. O que ele descreveu incluiu medições extensivas, com familiares e convidados presentes, para explorar possíveis efeitos da psilocibina.
A trajetória de Steve Jobs também é citada, com relatos de uso de LSD na década de 1970, associado a práticas de meditação. A referência pública a esse episódio consta de documentos de segurança de 1988.
Sam Altman, CEO da OpenAI, já descreveu experiências com psicodélicos como transformadoras em entrevistas, citando retiros com guias e eventos como o Burning Man. Ele também atua como investidor e já liderou conselhos ligados a terapias psicodélicas.
Antes de fundar a Microsoft, Bill Gates mencionou contatos com psicodélicos durante a escola e a faculdade, segundo relatos de sua autobiografia, descrevendo a experiência de forma marcante, mas reconhecendo reflexões futuras sobre memória.
Sergey Brin, cofundador do Google, é citado como investidor em iniciativas do setor; há relatos não confirmados de uso de psilocibina. Brin apoiou projetos de pesquisa em saúde mental por meio de organizações vinculadas ao tema.
Investimentos e pesquisa
O interesse no tema também é impulsionado por financiamentos a pesquisas e startups. O jornal especializado aponta parcerias com organizações sem fins lucrativos que promovem terapias para saúde mental, ampliando o debate científico sobre os potenciais benefícios e riscos.
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