- A família de Lisa Semple, de 58 anos, busca um doador anônimo de células-tronco na Polônia para um segundo transfusão, visando recuperação total.
- Lisa foi tratada de leucemia no ano passado com um transplante de células-tronco de um adolescente, doador que já fez a doação em 13 outubro de 2025.
- Os quatro filhos foram testados, mas nenhum foi compatível; o hospital então dependerá de um doador não relacionado.
- A família considera que a melhor chance de recuperação é uma doação de linfócitos do doador (donor lymphocyte infusion, DLI), mas o registro não conseguiu localizar o adolescente que doou anteriormente.
- DKMS, instituição que mantém o registro de doadores, afirmou que o anonimato é importante para proteger doadores e pacientes; a família mantém apelo público para tentar contato com o adolescente.
Lisa Semple, de 58 anos, está buscando, através de um registro de doadores, um doador anônimo na Polônia que salvou sua vida para uma segunda transfusão. A família de Gourock, Escócia, recebeu a notícia de que o transplante de células-tronco ocorreu em 13 de outubro de 2025, com células de um adolescente.
A família afirma que quatro filhos foram testados como possíveis doadores, mas nenhum foi compatível. O hospital precisou então depender de um doador não relacionado com a paciente. A condição atual de Lisa depende de uma infusão de linócitos do doador, conhecida como DLI, para aumentar as chances de recuperação total.
O que falta
Segundo familiares, o registro de doadores não conseguiu localizar o adolescente de 19 anos que doou as células inicialmente. O jovem permanece anônimo e não há informações sobre o seu paradeiro após as tentativas de contato do DKMS.
Charlie, o filho mais novo, 21, explicou que o adolescente não respondeu às tentativas do registro. Os parentes não desejam revelar a identidade do doador, mas aguardam que ele entre em contato para avaliar se pretende doar sangue novamente.
A DKMS, em conjunto com a DKMS Poland, reconhece a importância da confidencialidade para proteger pacientes e doadores. O órgão afirmou que sempre busca contatar doadores correspondentes para solicitar novas doações, respeitando a decisão individual de cada pessoa.
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