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Jovem de 15 anos representará o Brasil na Olimpíada de Cibersegurança 2026

Felipe Magalhães, 15 anos, representará o Brasil na ICO 2026, na Tunísia, disputando a categoria Exploração Binária

Felipe Magalhães, 15 anos, de Campinas (SP) foi selecionado para representar o Brasil na ICO 2026, na Tunísia.
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  • Felipe Magalhães da Cruz, 15 anos, de Campinas (SP), é autodidata em cibersegurança desde os 13 e foi escolhido para representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Cibersegurança (ICO) 2026, na Tunísia, em Hammamet, nos dias 29 e 30 de junho.
  • Na ICO 2026, o brasileiro competirá na categoria mais técnica, Exploração Binária, conhecida no jargão técnico como “Pwn”, que envolve encontrar e explorar vulnerabilidades em programas.
  • O campeonato reúne jovens de até 20 anos em desafios de criptografia, engenharia reversa, forense digital e exploração de vulnerabilidades, com duas jornadas de sete horas cada.
  • A trajetória de Felipe inclui estudos independentes, uso de plataformas como Hack The Box e TryHackMe, e a obtenção da certificação Desec Certified Penetration Tester (DCPT).
  • A convocação para a ICO chegou por meio de um servidor de Discord, típico da comunidade, e a família ressalta a importância do apoio e da disciplina do jovem para seguir estudando.

Felipe Magalhães da Cruz, 15 anos, de Campinas (SP), foi selecionado para representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Cibersegurança ICO 2026. A competição acontece em Hammamet, Tunísia, nos dias 29 e 30 de junho, em dois dias de disputas com sete horas diárias.

O jovem compete na categoria mais técnica, Exploração Binária, também conhecida como Pwn. A prova exige encontrar e explorar vulnerabilidades em programas, por meio de engenharia reversa, criptografia e forense digital. A soma de pontos define a classificação final.

A ICO 2026 foi criada em 2025 por Tan Sun Teck, de Cingapura, seguindo o formato de olimpíadas científicas internacionais. Jovens de até 20 anos disputam desafios independentes com notas atribuídas por cada tarefa resolvida.

Felipe começou a estudar há menos de dois anos, dedicando-se a plataformas como Hack The Box e TryHackMe. Ele já obteve a certificação Desec Certified Penetration Tester (DCPT), reconhecida na América Latina, como comprovação de habilidades em testes de invasão.

A trajetória do garoto envolve muita prática autônoma. Passou a trabalhar com Python para exploits e tem estudado C para aprofundar o entendimento de sistemas de baixo nível. O foco é acompanhar a evolução da cibersegurança técnica.

A convocação para a ICO chegou por meio de um servidor de Discord, utilizado pela comunidade hacker. Membros indicaram Felipe, que explicou seus projetos e foi apresentado aos responsáveis pela equipe brasileira.

Fernanda Magalhães, mãe do competidor, diz que o filho equilibra estudo, disciplina e a rotina diária. Ela reforça que o reconhecimento externo é secundário diante do progresso pessoal alcançado.

A preparação para a Tunísia começa com o dia 27 de junho, quando Felipe viaja. A família ressalta a importância de apoiar o sonho sem impor caminhos, mantendo o jovem responsável pela própria trajetória.

O que é ICO 2026? A competição reúne jovens com domínio de criptografia, engenharia reversa, forense digital e exploração de vulnerabilidades. O formato segue o modelo de captura de bandeiras (CTF), com foco em resolução de desafios.

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