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Empresas de commodities adotam estratégias de eficiência e controle de custos em 2025

Empresas como Gerdau, Klabin, Suzano e CBA adotam estratégias focadas em eficiência e controle de custos em meio a um cenário econômico desafiador.

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
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As empresas Gerdau, Klabin, Suzano e CBA estão enfrentando um cenário econômico difícil e estão focadas em melhorar sua eficiência e controlar custos. O Itaú BBA analisou as estratégias dessas empresas e destacou que a Gerdau está se recuperando nos Estados Unidos, onde a demanda por produtos de maior valor está aumentando. No Brasil, a concorrência no mercado de aços longos é intensa, o que pressiona as margens da empresa. A Klabin, por sua vez, está entrando em uma nova fase de geração de caixa após concluir grandes projetos, com planos de focar em eficiência e produtividade. A Suzano busca reduzir custos na produção de celulose e melhorar sua competitividade, enquanto a CBA mantém a eficiência operacional e busca contratos de energia de longo prazo para reduzir custos, mesmo em um mercado desafiador para o alumínio.

As empresas Gerdau, Klabin, Suzano e Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) estão adotando estratégias distintas para enfrentar um ambiente macroeconômico desafiador, segundo análise do Itaú BBA. O relatório, divulgado no domingo (18), destaca o foco em eficiência, controle de custos e disciplina na alocação de capital.

A Gerdau observa uma recuperação nos Estados Unidos, com margens em alta e uma carteira de pedidos diversificada. A empresa projeta resultados positivos para o segundo e terceiro trimestres, impulsionados pela demanda em setores como energia solar e logística. No entanto, enfrenta desafios no Brasil, onde a concorrência intensa tem pressionado as margens. A Gerdau planeja melhorar sua eficiência operacional e reduzir custos, com investimentos focados em energia e mineração.

Klabin e Suzano

A Klabin está entrando em uma nova fase de geração de caixa, após concluir grandes projetos. A expectativa é que a alavancagem líquida caia de 3,9 vezes para 3,2 vezes até o final do ano. A empresa se concentrará em pequenos projetos de eficiência, sem grandes expansões até 2026. A demanda por celulose de fibra longa, especialmente no mercado de produtos de higiene, é uma das apostas da Klabin.

A Suzano, por sua vez, busca ampliar sua competitividade na produção de celulose de fibra curta. A meta é reduzir o custo total por tonelada de R$ 2.200 para R$ 1.900 até 2027, liberando mais de US$ 800 milhões anuais em caixa. A empresa também está focada na substituição de fibras longas por curtas em mercados estratégicos, como papel tissue.

CBA e Eficiência Operacional

A CBA destaca avanços em sua eficiência operacional, especialmente no segmento de downstream. A empresa mantém margens estáveis, mesmo em um cenário desafiador para o preço do alumínio. O foco em contratos de energia de longo prazo e melhorias na produção são fundamentais para a redução de custos. A CBA busca integrar suas operações de mineração, refino e produção para aumentar a produtividade.

Essas estratégias refletem a cautela das empresas diante de um mercado incerto, priorizando a geração de caixa e o retorno aos acionistas.

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