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Banco Central do Líbano busca recuperar fundos desviados para reforçar liquidez

Banco central do Líbano busca recuperar recursos desviados para reforçar liquidez, com denúncia contra ex-funcionário e advogado; investigações seguem na França

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Central Bank of Lebanon Governor Karim Souaid and other central bank officials attend a press conference in Beirut
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  • O banco central do Líbano busca recuperar fundos públicos desviados para reforçar a liquidez, segundo o governador Karim Souaid, envolvendo ao menos um ex-funcionário, um ex-banqueiro e um advogado.
  • As operações teriam sido realizadas por meio de quatro empresas offshore nas Ilhas Cayman, cujos nomes não foram divulgados.
  • O banco tornou-se parte autora na investigação do estado contra a Forry Associates, suspeita de receber comissões de bancos e-transferi-las para fora do país; a Forry é controlada pelo irmão de Salameh, Raja.
  • Salameh e Raja negam qualquer irregularidade; os dois são investigados na França, Alemanha, Suíça e outros países, e Souaid viajará à França para se encontrar com investigadores.
  • O objetivo é localizar e confiscar ativos e recursos obtidos de atividades ilícitas para assegurar liquidez aos depositantes.

Lebanon’s central bank anunciará a recuperação de fundos públicos subtraídos para reforçar a liquidez, afirmou o governador Karim Souaid. A ação envolve ao menos um ex-funcionário da instituição, além de advogados e banqueiros, conforme informações fornecidas nesta quinta-feira.

Souaid não identificou o ex-presidente do banco, cuja gestão terminou em meio a investigações sobre desvio estimado em mais de 300 milhões de dólares entre 2002 e 2015. Ele mencionou uma denúncia criminal contra um ex-funcionário, um ex-banqueiro e um advogado, por enriquecimento ilícito via uso de recursos públicos.

As operações teriam ocorrido por meio de quatro empresas offshore em Cayman, que não foram nomeadas. O banco tornou-se parte corrente do inquérito estatal sobre a Forry Associates, controlada pelo irmão de Salameh, Raja, e sobre supostos recebimentos de comissões de bancos comerciais.

Cooperação internacional e próximos passos

Souaid informou que viajará à França ainda neste mês para encontrar investigadores locais e discutir informações sensíveis. O objetivo é identificar responsáveis, apreender ativos móveis e imóveis e repor liquidez aos depositantes.

Segundo fonte ligada ao banco, as evidências incluem material novo nos arquivos internos e dados obtidos por investigadores externos. Não foi informado o total de suspeitos nem o montante total desviado.

Salameh foi detido por quase 13 meses durante as investigações e, em setembro passado, foi liberado mediante fiança de mais de 14 milhões de dólares. Ele permanece no Líbano com suspensão de deslocamento.

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